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quarta-feira, 2 de julho de 2008

Uma "estória" de amor

Era uma vez...

Como todos sabem, o amor não tem limites e vai do mais infinito até o menos infinito.

Achamos melhor fazer um resumo de como essa paixão aconteceu...

Logo na 1ª aula, Thiago a olhou do vértice à base, sob todos os ângulos, agudos e obtusos.

Era linda, uma figura ímpar e punha-se em evidência seus traços orientais: olhar rombóide, boca trapezóide.

– Quem és tu? – perguntou o Thiago com olhar radical.

– Sou a raiz quadrada da soma dos quadrados dos catetos.
Mas pode me chamar de hipotenusa – respondeu Josilene com uma expressão algébrica de quem ama.
Clique na imagem para ver mais detales
Profª Josi e Thiago, foi amor ao primeiro "visto"

Ele fez de sua vida uma paralela à dela, até que se encontraram no infinito.

E se amaram ao quadrado da velocidade da luz, traçando ao sabor do momento e da paixão, retas e curvas no jardim da quarta dimensão.

Ele a amava e a recíproca era verdadeira. Adoravam-se nas mesmas razões e proporções no intervalo aberto da vida.

Dois quadrantes depois resolveram se casar. constituir um lar, mais que um lar, uma perpendicular.

Rogério e Seminarista dando início à Cerimônia de Casamento

Traçaram planos para o futuro e todos desejaram a felicidade integral. Os padrinhos foram o Paralelepípedo e a Bissetriz.

Profª Josi e Thiago na hipérbole de mel

Tudo estava nos eixos. O amor crescia em progressão geométrica. Quando ela estava em suas coordenadas positivas, tiveram um par: o menino, em homenagem ao padrinho, chamaram de retângulo; a menina, uma linda abscissa.

Era um casal perfeito...

Eram felizes até que, um dia, tudo se tornou uma constante.

Foi aí que surgiu um outro, sim, um outro. O máximo divisor comum, um freqüentador de círculos viciosos, mas conhecido como Felipe.

Ela teve seus vacilos (FOTO: Paparazo Juan R. Duran)

O mínimo que o Felipe ofereceu foi uma grandeza absoluta. Ela sentiu-se imprópria, mas gostava do Felipe.

Sabedor desta regra de três, o Thiago percebeu que com ela não formava mais um todo, uma unidade. Era o triângulo tanto chamado amoroso desse problema.

Por isso chamou-a de fração ordinária.

Sentindo-se um denominador comum, resolveu aplicar a solução trivial: um ponto de descontinuidade na vida deles.

Quando os dois amantes estavam em colóquio, ele em termos menores e ela de combinação linear, chegou o Thiago e num giro determinante disparou o seu 45.

Thiago com o seu 45 logo depois da fatalidade

Ela foi para o espaço imaginário e ele, o Thiago, foi parar num intervalo fechado, onde a luz solar se via através de pequenas malhas quadráticas.

Thiago na cadeia. Sem ela e sem niguém.

Uns x dias depois, o paparazo Juan R. Duran e seu assistente Paulo (Padeiro) também vieram a ser enquadrados, mas provisoriamente, pois são os principais suspeitos de terem fotografado a Profª Josi com o Felipe em cenas não convencionais para esse horário, supostamente por intermédio de Thiago. Dessa forma, acabaram sendo indiciados por invasão de privacidade. Eles podem ter sido o x da questão!

Thiago na prisão / Juan e Paulo aguardando julgamento.

AGUARDAMOS NOTÍCIAS!!!!
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Gostou? Então faz um comentário "zinho" ae!

10 comentários:

Matemática 2007 - UEPA (Igarapé-Açu) disse...

Ae! Acho q ficou legal a estória... haha... valeu pelas brincadeiras!!! valeu por tudo!!! foi 10!!!

Anônimo disse...

POW DON JUAN ONDE TU ARRANJA TANTA CRIATIVIDADE!?
FICOU MASSA TU E 10!

Anônimo disse...

Karamba! gostei da criatividade!!! :D

Unknown disse...

Muito sem graça!
Coisas d pessoas q ñ tem oq fazer!
Idiotas!
Vcs derrotam a matemática!!
Que pena;

Unknown disse...

caralho
q ridiculo isso.
srª matemática, sinto muito por vc!

Unknown disse...

RIDÍCULO MESMO!
ALÉM D ACABAR C/ MATEMÁTICA.
TÁ ACABANDO C/ O NOSSO PORTUGUÊS TBM!

"ESTÓRIA?"

Aff

Anônimo disse...

Cleiton, sinto muito pela sua tremenda ignorância.
Vou destacar dois motivos pelo qual você se equivocou:

Primeiro, essa "estória" não passa de uma brincadeira, tentamos retratar um fato ocorrido na nossa turma este ano, envolvendo uma profª e um aluno e para isso fizemos uma adaptação de um texto e algumas montagens. Tudo isso não passou de uma brincadeira e todos da turma gostaram.

Em segundo lugar, a palavra "estória" é/foi usada para retratar algo que aconteceu e que é ficção, é um neologismo proposto por João Ribeiro (membro da Academia Brasileira de Letras) em 1919, para designar, no campo do folclore.
Assim como nos livros:
"Estórias de quem gosta de ensinar" (Rubem Alvez);
"Estória de Amor" (Virgin);
Entre outros.

Agora pense um pouco mais antes de sair postando besteiras por aí...

Aff

Anônimo disse...

e tem mais, Cleito, qualquer dúvida, dá uma olhada no dicionário Michaelis, Moderno Dicionário da Língua Portuguesa, editado em São Paulo (em 2002).

Ah! E para fazer uma crítica não precisa esconder-se atrás de um pseudônimo, e ainda "sombra".

AHSUAHAUS... o horário do comentário não nega. haha

"sombra"?

"PÊRA! PÊRA MÔR DI DELS"

E "ridiculo" tem acento no 2º "i", sr sombra.

Anônimo disse...

AINDA QUE TERMINEI BEM ANTES!rsr

Ñ PRECISEI ESTUDAR C/ ESSES "PEÇOAISZINHOS" DE HOJE!!!

Anônimo disse...

AINDA BEM...